Em uma noite fria de inverno, já muito cansada eu voltava para casa, porém naquele dia meu olhar era diferente, atentamente eu observava meu trajeto como nunca antes havia feito, minha alma estava aberta e entristecida.
Foi naquela quinta-feira que tudo aconteceu. A menina mais doce que um pirulito, mal percebia o quanto estava sendo explorada. Bateram em sua porta e lhe ofereceram um "emprego" de arrematadeira, coisa fácil, porém desgastante.
O natal está chegando novamente, e o que estamos comemorando? O natal há muito tempo deixou de ser uma simples e singela festa cristã, claro que as famílias ainda preservam isso, mas o natal hoje é sinônimo de consumismo. Leia a parte I e parte II dessa história.
Como na época de Jesus, era uma tarde quente e calorosa. Uma terça-feira diferente. Ela: em um cenário de mundo machista e perplexo. Eu: procurando ser horizonte naquela imensidão.
Conto: "Trem dos vivos"
Quando o passado é idealizado, que de certa forma é usado como comparação com o presente, nos limitamos a viver de lembranças. Isso é o que acontece com a personagem Malu que tem medo de viver o presente, pois o julga como sendo inferior em relação ao passado.
Além de comentar o conto, nesse vídeo contém uma crítica à estratégia usada nas propagandas políticas.
A falta de identidade é um grave problema, quando idealizamos nossa própria imagem, acreditamos que possuímos características que transportamos de terceiros.
Era quinta-feira. Às 09h da manhã, Lara estava deitada em sua cama. Não conseguia fechar os olhos e voltar a dormir preocupada com a competição de jardins da cidade, pois seu jardim estava morrendo.
Lara sempre foi dessas que demonstrava ser forte e inabalável. Dizia a todos que teria o jardim mais belo da cidade.
Foram tempos difíceis os de realidade. Todos os dias eu me via perdido enquanto dava sinal para o ônibus parar ou até mesmo ao almoçar na esquina do trabalho. Eu não sabia pra onde ir. Não sabia também o que fazer. Era estranho, porque cada dia simplesmente passava. Eu, às vezes, me perguntava se tinha algum objetivo na vida e a resposta dessa pergunta ficava em branco. Minha vida era uma avaliação do ensino médio e eu a entregava só com o meu nome assinado.
Deitada
de costas pra cima, a doce Sophia viajava. Viajava de um modo diferente, onde
seu espírito quase que saía de seu corpo para conhecer novos lugares. Era tão
comum sonhar que ela, às vezes, nem percebia o que estava fazendo. Algumas
vezes se perdia no tempo. Ficava pensando e imaginando tantas coisas que mal
sabia quantas horas se passavam.
Já passava das 23
horas, e Márcio Hospedeiro ia assistindo sua série preferida, com os olhos
fixos na tela, ele se deliciava com o último episódio, onde o herói, o seu
herói deixava a vida corrida de salvar pessoas para voltar à sua vida como um
homem comum.
Após um ano de uma rotina dura de trabalho e estudos, chegara Janeiro e Laura Enrolada recebera um convite de amigos para uma viagem, mas preferiu ficar, tinha que cuidar do seu jardim que contava com algumas espécies de cactos e dois pés de espada de São Jorge.