Crônica - O que os olhos não podem ver
- sexta-feira, março 06, 2015
- Postado por Um Novo Sol PJ
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A vida era perfeita em certo Vilarejo que não conheceu a civilização tal como conhecemos, isolado de qualquer acesso ao nosso mundo, o povo ainda não havia conhecido nossas dores e muito menos nossa aparente alegria, não conheciam a propriedade privada, tudo era de todos e todos gozavam da liberdade.
Todas as manhãs, mais ou menos pelas nove horas, a jovem Malu chegava à estação ferroviária que havia próximo a sua casa. Todos os funcionários, que ali na estação trabalhavam, conheciam a Jovem que sentada no velho banco da estação assistia o dia inteiro a partida de todos os trens, mas apenas assistia sentada, não se levantava e tampouco entrava em uns dos trens.