Não insista comigo para que te deixe, pois para onde fores, irei também, onde for tua morada, será também a minha; Teu povo será meu povo e teu Deus será meu Deus. (Rt 1,16)
Primeiro encontro com o subsídio do Fest Jovem 2013 (Capela São Pedro).
Com os afazeres da Semana Missionária e com a Jornada Mundial da Juventude, não tivemos encontros.
Porém mesmo após sábados sem encontro, o encontro nos surpreendeu pela quantidade de pessoas. No início tivemos um momento místico: Com as luzes da igreja apagadas e velas acesas refletimos a nossa vida na pastoral da juventude, como entramos e como estamos, refletimos também tentando buscar na memória a nossa lembrança mais antiga dentro da igreja, e deveríamos descrever tudo que vivemos na igreja e na pj em uma só palavra, e assim, um por um, descreveu. Sucedeu palavras como: Fé, Evolução, Amor, Deus e etc.
Agora com luzes acesas, começamos o encontro. Todos nos apresentamos porque havia caras novas no encontro, foi um momento descontraído.
Para discutir tivemos o tema do fest jovem deste ano: "Somos igreja jovem: Viemos pra incomodar" e a fala do antigo Papa João Paulo II "A igreja só será jovem, quando o jovem for igreja". Tivemos a dinâmica da "postagem" tínhamos de escrever em uma tira da papel como a presença da juventude na igreja pode ser vista.
Todos escreveram e colocamos no nosso meio, depois o coordenador pegou todas e as devolveu aleatoriamente para que nós lêssemos e a que mais me chamou atenção foi a frase de alguma pessoa (que eu não sei quem era) que dizia: Jovens, sejam revolucionários - Papa Francisco.
E vimos que para trabalhar para igreja, é preciso acima de tudo humildade e como a nossa energia de juventude pode ampliar os horizontes da igreja católica.
Ouvimos a música "O mesmo rosto - Jorge Trevisol" e relembramos um trecho do filme: "Anel de Tucum" para lembrar e não esquecer o propósito do uso do anel, não é só um anel bonito.
Também tivemos uma dinâmica onde devíamos encher as bexigas e escrever nelas a pastoral que ache mais importante na igreja, já escrito, fomos ao fundo da igreja e lá devíamos todos jogar as bexigas pro alto e não as deixar cair, porém a coordenação retirava um a um e ficou difícil e pouco a pouco todas chegaram ao chão. O propósito era dizer que temos que trabalhar juntos, a cada pessoa que se retira da pastoral ou da igreja, fica difícil manter o foco para o que realmente importa.
Nossa oração final foi diferente, todas aquelas palavras ditas no início do encontro deveriam ser usadas por dois grupos para criar uma oração final, não faltou criatividade.
Concluímos que a amplitude de acolhimento só será atingida com a colaboração e o elo entre as pessoas e as pastorais, trabalhar com humildade para assim alcançar os nossos objetivos. E pra encerrar retomo a frase do nosso Papa Franciso: "Jovens, sejam revolucionários".
No ultimo domingo vi uma missa, do padre Fabio de Melo (um Padre que admiro muito), através de uma emissora de televisão da renovação carismática católica; em sua homilia uma frase chamou minha atenção, ele disse que “Não entendo por que pessoas que não são cristãs católicas se importam tanto com os dogmas da igreja católica, com as opiniões do Papa, logo que quem não é católico não precisa obedecer “.
Nesta sexta-feira Santa rezemos por aqueles que são oprimidos há mais de 2 mil anos, os pobres marginalizados. Rezemos pra que não fiquemos cegos e não nos esqueçamos de olhar para o lado quando estivermos na correria do dia-a-dia, pois sempre há alguém que precisa de pelo menos um "Olá/Boa tarde"... Porque pode ser que a gente não veja, mas Jesus Cristo está entre nós mas não o conhecemos, ele está entre nós e nós o desprezamos...
Com o inicio
da campanha da fraternidade, ficou estampado nas pessoas e fiéis uma
preocupação, mesmo que confusa, com a juventude na igreja. Mesmo que a
preocupação da maioria na igreja seja com coisas relacionadas ao JMJ, ainda há alguns que tem a preocupação com a metodologia do trabalho com a Juventude, com
o futuro da igreja, se preocupa com os jovens “lá fora”. Senti que nesse
período (da campanha da fraternidade) muitos tem tido a preocupação em mostrar
a Juventude da sua capela, muitos querem ver a igreja cheia de jovens, e a
forma como atrair a juventude é o que menos importa para eles; outras vezes
percebi que a Pastoral da Juventude é julgada como menos católica, ou menos
cristão por alguns, pela razão da sua metodologia ir além do banco da igreja.
Desde pequena sempre gostei de ir para a igreja, pois fui
incentivada pela minha mãe que sempre foi, estava sempre nas missas e fazia
catequese e após a 1ª Eucaristia, continuei e entrei na equipe de crisma.
Entretanto, apesar de gostar de ir sentia que faltava alguma coisa na minha
vida e, como muitos jovens atualmente me
sentia vazia, numa vida sem algo a mais que eu pudesse fazer além de ir nas
missas todo domingo.
Sabemos que todos nós temos muitas tarefas que ocupa nosso
tempo. Ocupamos nosso tempo com escola, trabalho vida familiar, amigos,
religião, esporte etc... Mas como similar todas essas atividades com o tempo
que temos, sem abusar do nosso corpo?