Recentemente
estive pensando em como temos conhecimento de tantas coisas, e facilidade em
descrever os outros, saber o que estes gostam ou não, o que supomos que lhes
cai bem...
Deitada
de costas pra cima, a doce Sophia viajava. Viajava de um modo diferente, onde
seu espírito quase que saía de seu corpo para conhecer novos lugares. Era tão
comum sonhar que ela, às vezes, nem percebia o que estava fazendo. Algumas
vezes se perdia no tempo. Ficava pensando e imaginando tantas coisas que mal
sabia quantas horas se passavam.